O grande destaque de ontem não foi a alta da Bovespa, tão pouco a liminar que suspende o pagamento de dividendos da Petrobrás, mas sim a discussão entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
A discussão começou com o ministro Joaquim Barbosa discordando da decisão tomada pelo presidente do STF Gilmar Mendes. O clima foi ficando mais acalorado, até que o ministro Barbosa disparou: “Vossa Excelência não está na rua não, Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso”. Logo em seguida o ministro continuou: “Vossa Excelência quando se dirige a mim não está falando com seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite”.
Convenhamos que pela ética não é uma atitude que deveria ser tomada por ministros. Se isso aconteceu em frente às câmeras de tevê, o que ocorre por trás?
Se por um lado, a atitude tomada não foi a mais adequada eticamente falando. Por outro, no sentido moral; emocional ou racional não sei descrever. Contudo, sei que o ministro Joaquim Barbosa lavou a alma de milhares de brasileiros com as frases dirigidas ao presidente do STF. Gilmar Mendes não é unanimidade, isso é evidente. Mas, após conceder os hábeas corpus ao banqueiro Daniel Dantas, sua popularidade caiu muito junto à opinião publica.
Por fim, depois da algazarra, a sessão foi encerrada e os ministros se reuniram no gabinete de Gilmar Mendes para uma reunião que perdurou mais três horas. No derradeiro nenhuma advertência ao ministro Joaquim Barbosa e uma nota dos ministros do STF apoiando o presidente do STF.
Nota
“Os ministros do STF que subscrevem esta nota, reunidos após a Sessão Plenária de 22 de abril de 2009, reafirmam a confiança e o respeito ao Senhor Ministro Gilmar Mendes na sua atuação institucional como presidente do Supremo, lamentando o episódio ocorrido nesta data”
Em tempo: Com o episódio de ontem, digno de uma rixa de boteco, será que poderíamos acrescentar a letra “B” na sigla do Supremo Tribunal Federal (SBTF)?
A discussão começou com o ministro Joaquim Barbosa discordando da decisão tomada pelo presidente do STF Gilmar Mendes. O clima foi ficando mais acalorado, até que o ministro Barbosa disparou: “Vossa Excelência não está na rua não, Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso”. Logo em seguida o ministro continuou: “Vossa Excelência quando se dirige a mim não está falando com seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite”.
Convenhamos que pela ética não é uma atitude que deveria ser tomada por ministros. Se isso aconteceu em frente às câmeras de tevê, o que ocorre por trás?
Se por um lado, a atitude tomada não foi a mais adequada eticamente falando. Por outro, no sentido moral; emocional ou racional não sei descrever. Contudo, sei que o ministro Joaquim Barbosa lavou a alma de milhares de brasileiros com as frases dirigidas ao presidente do STF. Gilmar Mendes não é unanimidade, isso é evidente. Mas, após conceder os hábeas corpus ao banqueiro Daniel Dantas, sua popularidade caiu muito junto à opinião publica.
Por fim, depois da algazarra, a sessão foi encerrada e os ministros se reuniram no gabinete de Gilmar Mendes para uma reunião que perdurou mais três horas. No derradeiro nenhuma advertência ao ministro Joaquim Barbosa e uma nota dos ministros do STF apoiando o presidente do STF.
Nota
“Os ministros do STF que subscrevem esta nota, reunidos após a Sessão Plenária de 22 de abril de 2009, reafirmam a confiança e o respeito ao Senhor Ministro Gilmar Mendes na sua atuação institucional como presidente do Supremo, lamentando o episódio ocorrido nesta data”
Em tempo: Com o episódio de ontem, digno de uma rixa de boteco, será que poderíamos acrescentar a letra “B” na sigla do Supremo Tribunal Federal (SBTF)?
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