Everton Amaro
Com informações site ucho.info (www.ucho.info)
No momento em que políticos tentam provar a paternidade de algum projeto espalhafatoso, a inoperância do Estado deixa novamente o povo desamparado, implorando pelo óbolo. Nesse cenário é evidente que o brasileiro está cada vez mais carente de algo que deveria ser essencial. A educação, por exemplo, um dos pilares centrais de uma sociedade meramente justa, encontra-se abandonada. Não é preciso ir muito longe para assistir a ignomínia presente nos baixos salários e nas péssimas condições de trabalho dos educadores da rede pública. E se não bastasse esse acinte, o governo, além do bem e do mal, continua descumprindo direitos determinados por lei. Contudo, é nessa obliqüidade degenerada que professores da rede básica de ensino público de todo o País ensaiaram, nesta sexta-feira (23), uma paralisação de 24 horas para garantir o piso salarial profissional nacional do Magistério e a melhoria da qualidade na educação.
Efeito cascata
De acordo com a nota divulgada no site da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (Cnte), cerca de 35 sindicatos afiliados à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação de 25 Estados, além do Distrito Federal, confirmaram adesão ao protesto. A instituição reclama mudanças que facilitem o direito à educação e a criação de um Projeto Político Pedagógico mais democrático, voltado à realidade dos municípios e à carreira dos funcionários de escola. A categoria também reivindica novas normas e critérios para avaliar o desempenho escolar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário