quarta-feira, 22 de abril de 2009

Construindo um gigante, será?

Apesar de discordar de muitas coisas que acontecem em Brasília, tento focar no Blog assuntos que engrandeçam nossa nação, assuntos positivos por de trás de muitas impurezas do nosso Estado, tais como: farra das passagens; juízes que usam “história” de grampos ilegais, com o intuito de desviar o foco principal; entre outros.

Na última edição da revista Newsweek, foi publicado um artigo no qual diz que o Brasil vem se tornando uma potencia regional na última década, através de “uma sólida democracia de livre mercado, uma rara ilha de estabilidade em uma região conturbada e governada pelo Estado de direito ao invés dos caprichos dos autocratas.”

Após a abertura comercial iniciada no governo Collor e consolidada no governo FHC e a estabilidade adquirida com o Plano Real. Lula buscou “estender o alcance internacional do Brasil. Apesar de ter começado sua carreira política na esquerda, Lula surpreendeu os investidores nacionais e estrangeiros ao preservar as políticas amigáveis ao mercado de Fernando Henrique Cardoso internamente, para a frustração dos militantes de seu Partido dos Trabalhadores. Para a esquerda, ele ofereceu uma política externa vitaminada”, diz o artigo da Newsweek.

De acordo com o artigo, o Brasil vem utilizando corretamente sua vantagem econômica dentro da América do Sul, auxiliando e influenciando seus vizinhos, e também conseguindo conter a problemática Venezuela.

O presidente Lula, que está com sua moral internacional elevada, e para revista não é diferente, a qual chega a afirmar que, Lula “preside uma superpotência astuta como nenhum outro gigante emergente”.

A revista destaca também, o fato do Brasil aumentar seu poder sobre os outros paises de forma diferente de outros emergentes, uma vez que outros países têm um poderio militar mais forte, já o Brasil “expressou suas ambições internacionais sem agitar um sabre”. Ainda se tratando de poder militar e conflitos na região, o Brasil envia “diplomatas e advogados para as zonas quentes ao invés de flotilhas ou tanques”, diz a Newsweek.

Outro ponto a ser destacado, é o fato de o Brasil ser um dos paises com voz mais ativa nas discussões sobre os subsídios agrícolas dos paises desenvolvidos.

Contudo, no inicio deste artigo mencionei alguns problemas do nosso país, dentre os vários existentes, porém a maior parte do escrito se trata de algo positivo. Isso me faz lembrar um trecho do programa humorístico de uma grande emissora, em que dizia, “passinho pra frente, passinho pra trás”. Esse é o Brasil.

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