Enganado está quem pensa que a benevolência tributária do governo federal não terá uma contrapartida como forma de saciar a volúpia arrecadatória da União. Depois aumento do preço do cigarro, outra droga lícita poderá ficar mais cara. O ministro da Fazenda Guido Mantega sinalizou nesta quarta-feira (8) que o governo já prepara o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre as bebidas alcoólicas. Além de combater o consumo excessivo de álcool, que cresce drasticamente entre os jovens, a medida servirá para colocar em prática mais uma rodada do pacote de bondades do presidente Lula.
Seguindo o corte de impostos que já beneficia os setores automotivo e da construção civil, o estímulo deve chegar à seara de geladeiras, fogões e máquinas de lavar. Porém, temendo que a medida afete ainda mais os Fundos de Participação de Estados e Municípios (FPE e FPM), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva incumbiu o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de encontrar uma fórmula que promova um alívio tributário para os produtos mais simples da chamada linha branca, ao mesmo tempo em que impôs um limitador. A queda nas transferências desses dois fundos tem elevado as pressões políticas de governadores e prefeitos sobre o Palácio do Planalto.
Seguindo o corte de impostos que já beneficia os setores automotivo e da construção civil, o estímulo deve chegar à seara de geladeiras, fogões e máquinas de lavar. Porém, temendo que a medida afete ainda mais os Fundos de Participação de Estados e Municípios (FPE e FPM), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva incumbiu o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de encontrar uma fórmula que promova um alívio tributário para os produtos mais simples da chamada linha branca, ao mesmo tempo em que impôs um limitador. A queda nas transferências desses dois fundos tem elevado as pressões políticas de governadores e prefeitos sobre o Palácio do Planalto.
Um comentário:
Era uma questão de tempo
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