Everton Amaro: da redação do site político
ucho.info (www.ucho.info)
São Paulo
“Temos que ter muito cuidado. A flexibilização das leis trabalhistas em tempos de crise é um perigo”. Assim declarou Ricardo Patah, presidente nacional da UGT (União Geral dos Trabalhadores), ao ser questionado sobre o motivo que levou os sindicalistas a rejeitar qualquer tipo de discussão envolvendo a redução dos encargos trabalhistas. No encontro que tiveram nesta quarta-feira (8), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais quatro ministros, os líderes sindicais foram tão incisos que o governo nem chegou a apresentar o projeto de flexibilização das leis trabalhistas.
(Foto: Everton Amaro)
Dragão da crise
Recentemente, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou relatório em que mostra que o número de trabalhadores informais pode atingir dois terços da força de trabalho mundial até 2020, atingindo 60% da força de trabalho global. Com isso, cerca de 1,8 bilhão de pessoas estão no setor informal e vivem sem um contrato de trabalho ou previdência social, enquanto que 1,2 bilhão trabalham sob contrato e tem previdência social. O relatório da organização acrescenta que, com a crise mundial, o número de trabalhadores sem segurança no emprego ou benefícios está aumentando. De acordo com o estudo, o aumento do número de trabalhadores no setor informal terá “consequências graves” para países pobres.
Saída de emergência
Para a OCDE é necessária “uma ação imediata e não convencional” para melhorar as perspectivas de emprego entre as pessoas que trabalham no setor informal. A organização sugere que os governos aumentem a concessão de microcrédito e criem programas de trabalho público e de transferência de renda, como forma de melhorar os níveis de empregabilidade dos trabalhadores. Mas a organização destaca que os países emergentes devem analisar suas políticas, principalmente as que regulamentam o trabalho, para tratar do problema.
ucho.info (www.ucho.info)
São Paulo
“Temos que ter muito cuidado. A flexibilização das leis trabalhistas em tempos de crise é um perigo”. Assim declarou Ricardo Patah, presidente nacional da UGT (União Geral dos Trabalhadores), ao ser questionado sobre o motivo que levou os sindicalistas a rejeitar qualquer tipo de discussão envolvendo a redução dos encargos trabalhistas. No encontro que tiveram nesta quarta-feira (8), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais quatro ministros, os líderes sindicais foram tão incisos que o governo nem chegou a apresentar o projeto de flexibilização das leis trabalhistas.
Com isso, de acordo com Patah, a pauta do encontro foi direcionada para ações mais pontuais, como a normatização do conceito de demissão coletiva, para que demissões indiscriminadas possam ser punidas; a criação de linha de crédito subsidiado; e a redução de impostos para incentivar os empresários a manter o nível de emprego. Também participaram do encontro os presidentes da Força Sindical e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Paulo Pereira da Silva e Artur Henrique Silva, respectivamente.
(Foto: Everton Amaro)Dragão da crise
Recentemente, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou relatório em que mostra que o número de trabalhadores informais pode atingir dois terços da força de trabalho mundial até 2020, atingindo 60% da força de trabalho global. Com isso, cerca de 1,8 bilhão de pessoas estão no setor informal e vivem sem um contrato de trabalho ou previdência social, enquanto que 1,2 bilhão trabalham sob contrato e tem previdência social. O relatório da organização acrescenta que, com a crise mundial, o número de trabalhadores sem segurança no emprego ou benefícios está aumentando. De acordo com o estudo, o aumento do número de trabalhadores no setor informal terá “consequências graves” para países pobres.
Saída de emergência
Para a OCDE é necessária “uma ação imediata e não convencional” para melhorar as perspectivas de emprego entre as pessoas que trabalham no setor informal. A organização sugere que os governos aumentem a concessão de microcrédito e criem programas de trabalho público e de transferência de renda, como forma de melhorar os níveis de empregabilidade dos trabalhadores. Mas a organização destaca que os países emergentes devem analisar suas políticas, principalmente as que regulamentam o trabalho, para tratar do problema.
Nenhum comentário:
Postar um comentário