“Petropotência”, de acordo com o “Washington Post” esse poderá ser o termo utilizado ao se referir ao Brasil no futuro. Em uma reportagem desta segunda-feira (07/12), o jornal americano trouxe o artigo intitulado “Brasil se prepara para extração maciça de petróleo” afirmando que o país se encaminha para se tornar uma “petropotência”.
A reportagem americana menciona que tudo é muito grande, plataformas enormes, custos elevados e desafios tão grandes quanto. Entre os desafios citados no artigo está o fato de perfurar uma camada de sal a 6,5 mil pés.
O termo “petropotência” se da pelo fato das reservas de petróleo poder atingir 30 bilhões de barris, atualmente é de 14 bilhões de barris. Com isso a estimativa para 2020 é que a produção diária atinja 3,9 milhões de barris, hoje a produção é de 2 milhões de barris por dia.
Mencionam também o fato da Petrobrás ser uma empresa estatal, visando assim um grande incremento das contas publicas após o começo da produção.
Com isso vem um fato de suma importância no país em que vivemos, resumido em uma única pergunta. Como será gasto esse dinheiro?
A meu ver, temos que criar um fundo no qual parte do lucro com a produção do pré-sal seria automaticamente transferido para o mesmo. Idéia que começa a ser sugerida por alguns políticos. Mas, que ainda deve ser muito estudado para se definir as premissas do fundo.
O estado do Alaska, nos Estados Unidos é pioneiro em um projeto que utiliza política parecida. O projeto de Renda Básica que iniciou em 1982, o qual destina parte do lucro com a extração de petróleo para um fundo que é repassado ao cidadão do estado. Todos os cidadãos recebem a mesma quantia do governo, independente de seu nível social. As premissas se dão em questões como, o tempo que o individuo mora no local, nacionalidade e coisas do tipo.
O Senador Eduardo Suplicy tem o mesmo projeto no Brasil, mas não relacionado à extração do pré-sal.
Afinal, vimos que a “teoria do bolo” de Delfim Neto não obteve sucesso, até porque nunca houve a divisão do mesmo.
A reportagem americana menciona que tudo é muito grande, plataformas enormes, custos elevados e desafios tão grandes quanto. Entre os desafios citados no artigo está o fato de perfurar uma camada de sal a 6,5 mil pés.
O termo “petropotência” se da pelo fato das reservas de petróleo poder atingir 30 bilhões de barris, atualmente é de 14 bilhões de barris. Com isso a estimativa para 2020 é que a produção diária atinja 3,9 milhões de barris, hoje a produção é de 2 milhões de barris por dia.
Mencionam também o fato da Petrobrás ser uma empresa estatal, visando assim um grande incremento das contas publicas após o começo da produção.
Com isso vem um fato de suma importância no país em que vivemos, resumido em uma única pergunta. Como será gasto esse dinheiro?
A meu ver, temos que criar um fundo no qual parte do lucro com a produção do pré-sal seria automaticamente transferido para o mesmo. Idéia que começa a ser sugerida por alguns políticos. Mas, que ainda deve ser muito estudado para se definir as premissas do fundo.
O estado do Alaska, nos Estados Unidos é pioneiro em um projeto que utiliza política parecida. O projeto de Renda Básica que iniciou em 1982, o qual destina parte do lucro com a extração de petróleo para um fundo que é repassado ao cidadão do estado. Todos os cidadãos recebem a mesma quantia do governo, independente de seu nível social. As premissas se dão em questões como, o tempo que o individuo mora no local, nacionalidade e coisas do tipo.
O Senador Eduardo Suplicy tem o mesmo projeto no Brasil, mas não relacionado à extração do pré-sal.
Afinal, vimos que a “teoria do bolo” de Delfim Neto não obteve sucesso, até porque nunca houve a divisão do mesmo.
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