O governo deverá aumentar as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI – dos automóveis.
Em dezembro de 2008, visando aquecer o mercado de automóveis brasileiro, um decreto presidencial reduziu o imposto dos carros, os populares, cujo tributo era de 7% passou para zero, os modelos médios o corte foi pela metade, 13% para 6,5% – gasolina – e de 11% para 5,5% – flex e a álcool.
O Ministério da Fazenda estuda elevar o tributo de forma gradual, com intuito de não retirar o beneficio de uma só vez, com receio de paralisar um dos setores de maior importância do Brasil – indústria automobilística –, uma vez que a recuperação econômica ainda não está consolidada. Mas, também não perder arrecadação.
O retorno gradual do tributo não deverá influir na venda de carros. Afinal, a redução do IPI não foi à única responsável pelo aumento das vendas. O crédito está retornando e os prazos de financiamento que, passaram por forte redução após a disparada da crise financeira internacional estão ficando maiores.
Com a redução de impostos para automóveis, matérias de construções e outros produtos o governo deixou de arrecadar cerca de R$ 10 bilhões no período.
Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, declarou na última semana: “se temos menos receitas, temos que adequar as despesas. Não há como escapar disso”. Demonstrando que deverá haver cortes de despesas e aumentar à arrecadação.
Em dezembro de 2008, visando aquecer o mercado de automóveis brasileiro, um decreto presidencial reduziu o imposto dos carros, os populares, cujo tributo era de 7% passou para zero, os modelos médios o corte foi pela metade, 13% para 6,5% – gasolina – e de 11% para 5,5% – flex e a álcool.
O Ministério da Fazenda estuda elevar o tributo de forma gradual, com intuito de não retirar o beneficio de uma só vez, com receio de paralisar um dos setores de maior importância do Brasil – indústria automobilística –, uma vez que a recuperação econômica ainda não está consolidada. Mas, também não perder arrecadação.
O retorno gradual do tributo não deverá influir na venda de carros. Afinal, a redução do IPI não foi à única responsável pelo aumento das vendas. O crédito está retornando e os prazos de financiamento que, passaram por forte redução após a disparada da crise financeira internacional estão ficando maiores.
Com a redução de impostos para automóveis, matérias de construções e outros produtos o governo deixou de arrecadar cerca de R$ 10 bilhões no período.
Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, declarou na última semana: “se temos menos receitas, temos que adequar as despesas. Não há como escapar disso”. Demonstrando que deverá haver cortes de despesas e aumentar à arrecadação.
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