Nesse final de semana ocorreu a Virada Cultural na cidade de São Paulo. O evento iniciou as 18 hs do dia 02/05 e terminou as 18 hs do dia 03/05. Compareci a alguns dos pontos de São Paulo que estavam tendo atrações. Por motivos que prefiro não comentar nesse post, tive de me ausentar do evento antes do planejado.
Pude comparecer no palco da Rua Casper Libero, onde foi feita uma homenagem ao grande Raul Seixas, ícone da música brasileira. Acompanhei toda a exibição da banda Gaspa e os Alcamistas, no seu repertório, a banda trouxe clássicos do rock dos anos 50.
Comemorando o ano da França no Brasil, a Virada Cultural contou com inúmeras atrações francesas como: Cia. Carabosse, Tango Sumo, Beau Geste entre outras, acompanhamos a apresentação do grupo Les Piétons (www.site.lespiestons.fr). O grupo formado por três integrantes equipados de baquetas e alguns apitos, mostrou que do mobiliário urbano pode-se tirar muitos sons. Batendo e batucando em portões, paredes, chão e outros tantos espaços do meio urbano, fizeram um ótimo show. Após o show, meu amigo e jornalista Everton Amaro, do site www.ucho.info, conseguiu entrevistar os integrantes do grupo.
Uma das principais perguntas foi referente a essa arte de rua desempenhada pelo grupo, uma vez que no Brasil ainda não temos esse costume.
De acordo com o grupo, o maior entrave ainda se da pela cultura de nosso país, não só do publico como também das autoridades. Mencionaram o fato da policia ter parado o ensaio deles, aludindo que apresentação estaria ligada a baderna, destruição etc., mas não se trata disso, é apenas um modo de demonstrar sua arte. Houve países, onde no decorrer das apresentações o publico gritava jargões relacionados à revolução e coisas do tipo. E que isso depende do público, se o publico começar a quebrar, vandalizar, é culpa da cultura dos cidadãos e não de incentivo do grupo para isso, pois essa não é a intenção.
É diferente ver São Paulo à noite com um grande movimento de pedestres. Por exemplo, você passar na XV de novembro lotada de jovens curtindo música eletrônica as 21:30 hs. Lembrou o carnaval de rua que ocorre em cidade do interior, onde as ruas ficam cheias. Claro que em suas devidas proporções.
Contudo, mesmo sendo um ótimo incentivo a cultura, a Virada Cultural precisa melhorar muito sua organização e segurança. Esse dois pontos ainda deixam a desejar.
Pude comparecer no palco da Rua Casper Libero, onde foi feita uma homenagem ao grande Raul Seixas, ícone da música brasileira. Acompanhei toda a exibição da banda Gaspa e os Alcamistas, no seu repertório, a banda trouxe clássicos do rock dos anos 50.
Comemorando o ano da França no Brasil, a Virada Cultural contou com inúmeras atrações francesas como: Cia. Carabosse, Tango Sumo, Beau Geste entre outras, acompanhamos a apresentação do grupo Les Piétons (www.site.lespiestons.fr). O grupo formado por três integrantes equipados de baquetas e alguns apitos, mostrou que do mobiliário urbano pode-se tirar muitos sons. Batendo e batucando em portões, paredes, chão e outros tantos espaços do meio urbano, fizeram um ótimo show. Após o show, meu amigo e jornalista Everton Amaro, do site www.ucho.info, conseguiu entrevistar os integrantes do grupo.
Uma das principais perguntas foi referente a essa arte de rua desempenhada pelo grupo, uma vez que no Brasil ainda não temos esse costume.
De acordo com o grupo, o maior entrave ainda se da pela cultura de nosso país, não só do publico como também das autoridades. Mencionaram o fato da policia ter parado o ensaio deles, aludindo que apresentação estaria ligada a baderna, destruição etc., mas não se trata disso, é apenas um modo de demonstrar sua arte. Houve países, onde no decorrer das apresentações o publico gritava jargões relacionados à revolução e coisas do tipo. E que isso depende do público, se o publico começar a quebrar, vandalizar, é culpa da cultura dos cidadãos e não de incentivo do grupo para isso, pois essa não é a intenção.
É diferente ver São Paulo à noite com um grande movimento de pedestres. Por exemplo, você passar na XV de novembro lotada de jovens curtindo música eletrônica as 21:30 hs. Lembrou o carnaval de rua que ocorre em cidade do interior, onde as ruas ficam cheias. Claro que em suas devidas proporções.
Contudo, mesmo sendo um ótimo incentivo a cultura, a Virada Cultural precisa melhorar muito sua organização e segurança. Esse dois pontos ainda deixam a desejar.
Um comentário:
Esse foi meu segundo ano de Virada Cultural, porém foi o primeiro no qual realmente VIREI a noite. Particularmente acredito que a iniciativa de promover a cultura em SP é bárbara, porém muito me entristece ver como falta civilização em nossa sociedade. Desabafos a parte, as apresentações que assisti foram show de bola: Marcelo Camelo (que perdeu totalmente o seu cunho Los “Hermanistico”,) Samba Rock e o já citado palco do Raul; no qual fui obrigada a ficar, pois a nossa tão querida CPTM resolveu não cumprir o acordo de funcionar durante a madrugada inteira! Porém, contudo, todavia sempre é bom fazer parte dos eventos da nossa querida metrópole!!!
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