Em meio a uma crise econômica mundial, saída de capitais, mercado em baixa o presidente Lula passa pela situação oposta, onde aumenta a sua aceitação. Após o Instituto Sensus declarar que a popularidade do Presidente Lula chegou à marca de 77,7% e com Brasil sem ser atingido com força pela crise que atingi as principais economias. Lula falou com muita confiança demonstrando sua força atual, falando sobre assuntos como a crise que atravessa a economia americana e também sobre as eleições nos Estados Unidos.
O Presidente brasileiro deu palpite nas eleições norte-americanas. "O ideal é que os dois candidatos pudessem assinar uma carta ao povo americano, como a que eu assinei ao povo brasileiro em 2002, assumindo um compromisso para dar tranqüilidade ao povo americano e tranqüilidade para o mundo como um todo", afirmou.
Lula declarou que acredita que o período neoliberal está encerrado, mencionou que não apenas o cidadão comum tem que ser ético, o sistema financeiro também precisa agir com seriedade.
Mostrando que o Brasil vem se tornando mais importante no cenário internacional, Lula disparou: "Eu cobrei do G8, cobrei do FMI e do Banco Mundial que estava na hora de eles se manifestarem, porque quando é um país pequeno que tem crise, todos eles dão palpite. Quando é a maior economia do mundo que entra em colapso, a gente não vê nenhum palpite deles".
E na quarta-feira (24/09) seu último dia em Nova York, o presidente participou de uma reunião referente à crise financeira. Lula era o único representante da América Latina.
As declarações que poderiam sequer atrair atenção da mídia americana em anos anteriores, dessa fez foi tratada com destaque e reverência de acordo com a BBC Brasil.
Para muitos que criticaram a eleição do Lula em 2002, alegando ter medo da política econômica que seria utilizada em seu governo. Agora vê um país que não sofreu fortemente (ainda) o golpe da crise financeira e o presidente com uma moral internacional elevada.
Um comentário:
oi, adan! texto muito bom, viu, gostei!
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